País asiático deve responder com novas taxas, inclusive sobre commodities agrícolas como a soja

Os Estados Unidos divulgaram nesta sexta-feira, 15, que serão colocadas tarifas de 25% sobre US$ 50 bilhões em importações chinesas. O governo norte-americano ainda ameaçou que poderá aplicar mais taxas caso a China decida por uma retaliação. A justificativa é de “roubo de propriedade intelectual” e “práticas injustas de comércio”. Em contrapartida, a expectativa do mercado é que o país asiático responda na mesma medida e imponha tarifas, inclusive sobre commodities agrícolas, tendo como alvo principal a soja.

“Fundos de investimento liquidam suas posições compradas, produtores rurais estadunidenses tentam não entrar em pânico, enquanto usuários finais da oleaginosa (consumidores do grão) são passivos de uma espera na adição de compras”, destaca a ARC Mercosul em relatório sobre o cenário em que o setor se encontra, em meio às tensões entre os dois países.

Em paralelo, o dólar se fortalece e joga contra os exportadores norte-americanos, pressionando ainda mais os preços das commodities. Neste contexto, as cotações do milho e do trigo tendem a passar o dia em queda, tanto pelo reflexo da soja, quanto pelo desempenho da moeda norte-americana.

Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO.


Fonte: DBO

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