Entidade defende redução das taxas de juros e reajuste de preços mínimos

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou que definiu as propostas que serão encaminhadas ao governo federal como contribuição do setor produtivo para o próximo Plano Safra, referente ao ciclo 2018/2019. Conforme nota da entidade, a CNA defende R$ 1,2 bilhão em recursos para o Programa de Subvenção ao Seguro Rural; R$ 2,5 bilhões para o apoio à comercialização, redução das taxas de juros acompanhando a queda da Selic - que foi reduzida na quarta-feira, 21, novamente, para 6,5% ao ano, pelo Banco Central - e também da inflação e reajuste de preços mínimos.

O comunicado informa, ainda, que foi fechada proposta específica para o Nordeste, com programa de convivência com a seca, com medidas como seguro para silagem e alternativas para o produtor em caso de cortes de outorga de água nos períodos de crise hídrica. Outras questões consideradas prioritárias foram melhores condições para o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), e o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), além do financiamento para os médios produtores.

O presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA e da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, comentou que a CNA ouviu os produtores de todo o Brasil para consolidar as propostas. Para tanto, realizou três seminários técnicos em Florianópolis (SC), Cuiabá (MT) e Uruçuí (PI) e também reuniu sugestões online por meio do site CNA Brasil.

Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

Fonte: DBO

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